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Gouveia e Melo lança indiretas a Marques Mendes e Marcelo e quer investimento em defesa entre 2 a 2,5% do PIB
<div class="blog-description" data-full="Entre subtis farpas a Marques Mendes e Marcelo Rebelo de Sousa, Henrique Gouveia e Melo deu a conhecer o que faria como Presidente da República, perante vários problemas e cenários, durante uma entrevista à TVI e CNN Portugal.
O almirante começou por dizer que tomou uma decisão final de que iria ser candidato em setembro do ano passado, perante da possibilidade de eleição de Donald Trump, e diz que "mudou muita coisa" desde que jurou que não se iria meter na política. Referindo-se às guerras, a uma situação internacional de "grande instabilidade" e ao "apelo crescente por parte da população", sentiu "vontade de fazer mais um serviço ao país".
Reconhecendo que foi importante sentir apoios, diz que tem pelo seu mandatário, Rui Rio, "admiração e afinidade", pois "é um reformista e um ator independente". Entre as ideias de que partilham está a necessidade de haver uma reforma na justiça. "O segredo de justiça não existe, há uma quebra presunção de injustiça, cria-se ruído, queimam-se as pessoas e depois os casos não dão em nada", criticou.
Referindo-se à corrupção como "um grande cancro", diz que como Presidente da República poderá contribuir para o combate à mesma exercendo "uma magistratura de influência", mantendo o "foco no problema" e a "pressão" sobre o governo.
Apesar dos casos que o marcaram a sua passagem pelo cargo de Chefe do Estado-Maior da Armada, nomeadamente o dos fuzileiros e o do navio Mondego, diz que fez o que a lei lhe exigia, mas afasta a ideia de que também vai impor uma liderança autoritária enquanto chefe de Estado: "Temos de nos adaptar aos cargos que ocupamos. Eu sou moderado por natureza."
Gouveia e Melo diz que não vai aceitar que partidos políticos o apoiem e se juntem à suas suas comitivas, mas que não pode impedir atores políticos como André Ventura de o apoiarem publicamente. "Ventura situa-se num extremo do espectro politico, com o qual não tenho afinidade, mas se o povo o eleger, terá toda a legitimidade", afirmou, frisando que o espaço onde se situa, entre o socialismo e a social-democracia, é um "espaço onde os extremo não cabem", "um espaço de consenso e de moderação", mas promete aceitar "se o povo achar que a solução é à direita ou à esquerda".
">Caso grávida da Murtosa: alegações finais do julgamento vão ser a 11 de junho e à porta aberta
<div class="blog-description" data-full="Fernando Valente, que teve uma relação amorosa com a vítima que terá resultado numa gravidez, está acusado dos crimes de homicídio qualificado, aborto, profanação de cadáver, acesso ilegítimo e aquisição de moeda falsa para ser posta em circulação
A informação foi avançada pelo advogado António Falé de Carvalho, no final do 9.º dia do julgamento deste processo que tem como único arguido Fernando Valente.À saída do tribunal, o advogado, que representa os filhos mais novos de Mónica Silva, referiu ainda que ao contrário das audiências do julgamento que decorreram à porta fechada, as alegações finais vão ser abertas ao público.
Esta sexta-feira, o tribunal de júri esteve a ouvir a última testemunha de acusação que faltava ouvir e a mãe do arguido, que foi arrolada como testemunha de defesa, tendo sido ainda reproduzidas as declarações para memória futura prestadas pelo arguido durante o primeiro interrogatório judicial.
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Elon Musk leaving the Trump administration
<div class="blog-description" data-full="WASHINGTON (AP) — Elon Musk is leaving his government role as a top adviser to President Donald Trump after spearheading efforts to reduce and overhaul the federal bureaucracy.
His departure, announced Wednesday evening, marks the end of a turbulent chapter that included thousands of layoffs, the evisceration of government agencies and reams of litigation. Despite the upheaval, the billionaire entrepreneur struggled in the unfamiliar environment of Washington, and he accomplished far less than he hoped.
He dramatically reduced his target for cutting spending — from $2 trillion to $1 trillion to $150 billion — and increasingly expressed frustration about resistance to his goals. Sometimes he clashed with other top members of Trump’s administration, who chafed at the newcomer’s efforts to reshape their departments, and he faced fierce political blowback for his efforts.
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